Imagem: blogmaneiro.com
sábado, 9 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Tinha que ser Jorge José
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| Foto: Eduardo Peixoto |
Semana passada eu fui até a livraria Cultura e comprei o livro que eu tanto desejava, desde que foi lançado, ano passado. O livro, intitulado "Meio Século Depois - Televisão Pernambucana" aborda a televisão que nasceu em Pernambuco, em 1960, projetando a televisão nos dias atuais. Traz toda a história de forma aprofundada, com alguns trechos dos tempos da TV em preto e branco à TV Digital. O livro custa R$ 60,00, mas vale a pena! É uma ótima opção para quem deseja ingressar em faculdades de jornalismo, como eu, e também para estudantes que desejam estudar Comunicação, de maneira geral.
Em 2007, Jorge José tinha lançado seu primeiro livro, sob o título "A Televisão Pernambucana Por Quem a Viu Nascer". Neste mesmo ano, com muita ousadia, resolvi ir pessoalmente à residência do autor, para tentar ver se eu conseguia o próximo volume do livro, com o qual, na época, eu não tinha condições de adquirir. Expressei meu anseio de me realizar profissionalmente na tevê no futuro. Tive o privilégio de conversar com Jorge José por alguns minutos.
O autor, além de me conseguir o livro, ainda me presenteou com um DVD que é a mesma coisa do livro, só que não chegou a ser lançado. Eu sou a única pessoa que possui esse DVD. O mesmo autor também lançou o livro "O Rádio Pernambucano Por Quem o Viu Crescer" em 2009. De todos os três livros publicados, a maioria já se esgotou. No entanto, alguns ainda podem ser encontrados nas principais livrarias do Recife.
sábado, 12 de março de 2011
Tom e Jerry: fez parte da minha infância
O desenho Tom e Jerry, sem dúvida, marcou minha infância no final dos anos 90. Ainda hoje lembro-me dos tempos em que eu largava da escola e ia assistir ao programa infantil, exibido pelo SBT, no final da tarde. O que mais me chamava a atenção no infantil na época era que o gato (Tom) nunca conseguia pegar o rato. Fica a saudade!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Lembranças dos velhos trens!

Os antigos trens urbanos a diesel que faziam o transporte de passageiros no Recife fizeram parte da rotina dos pernambucanos que utilizavam esse meio de transporte. Durante décadas as locomotivas dividiam espaço com o transporte de açúcar, onde o faz até hoje. Saíam do extinto Terminal Ferroviário de passageiros Cinco Pontas, hoje um prédio abandonado no tradicional bairro de Santo Antônio. O mato e a degradação já tomam conta do prédio há 14 anos, desde quando os trens de passageiros foram desativados no auge de 1996, época em que eu tinha apenas cinco anos de idade.
Findo o ano de 1996, era legado ao seu sucessor, 1997, o fim definitivo dos trens a diesel de transporte de passageiros no Recife e o metrô ganhava espaço. Mas os trens, conhecidos por "Maria Fumaça" desde o século passado no interior de Pernambuco, fizeram história. Partiam do Recife até o município do Cabo de Santo Agostinho, a 40 km da Capital pernambucana, e também operavam do Recife até o interior do Estado e demais estados do Nordeste.
A mim, quando criança, sempre me despertou a vontade de passear no trem, mas esse desejo nunca se realizou. Atualmente, com a expansão do metrô, os trens a diesel de passageiros se limitam apenas aos municípios de Jaboatão e Cabo. Poucos quilômetros de malha ferroviária sobreviveram para contar a história, entre essas duas linhas, sobressaltada pela linha intacta do transporte do açúcar, que é priorizado, sob a desculpa de que "dá mais lucro do que o transporte de passageiros".
Um passeio de trem pelo Recife. Acompanhe o vídeo abaixo.
O começo da minha adolescência foi marcado pela mania de empinar pipa na linha do trem. Sabia dos riscos que corria, inclusive de ser atropelado pela fera enorme, feita de toneladas de sucata. Mas a minha ingenuidade e as poucas horas de divertimento sob um sol escaldante eram maiores do que tudo. Eu tinha consciência que aquela aventura, um tanto perigosa, era o que eu mais gostava de fazer. Depois de tantos anos morando a menos de 1 quilômetro da estrada de ferro, ainda me recordo de como eram bons esses tempos!
Findo o ano de 1996, era legado ao seu sucessor, 1997, o fim definitivo dos trens a diesel de transporte de passageiros no Recife e o metrô ganhava espaço. Mas os trens, conhecidos por "Maria Fumaça" desde o século passado no interior de Pernambuco, fizeram história. Partiam do Recife até o município do Cabo de Santo Agostinho, a 40 km da Capital pernambucana, e também operavam do Recife até o interior do Estado e demais estados do Nordeste.
A mim, quando criança, sempre me despertou a vontade de passear no trem, mas esse desejo nunca se realizou. Atualmente, com a expansão do metrô, os trens a diesel de passageiros se limitam apenas aos municípios de Jaboatão e Cabo. Poucos quilômetros de malha ferroviária sobreviveram para contar a história, entre essas duas linhas, sobressaltada pela linha intacta do transporte do açúcar, que é priorizado, sob a desculpa de que "dá mais lucro do que o transporte de passageiros".
Um passeio de trem pelo Recife. Acompanhe o vídeo abaixo.
O começo da minha adolescência foi marcado pela mania de empinar pipa na linha do trem. Sabia dos riscos que corria, inclusive de ser atropelado pela fera enorme, feita de toneladas de sucata. Mas a minha ingenuidade e as poucas horas de divertimento sob um sol escaldante eram maiores do que tudo. Eu tinha consciência que aquela aventura, um tanto perigosa, era o que eu mais gostava de fazer. Depois de tantos anos morando a menos de 1 quilômetro da estrada de ferro, ainda me recordo de como eram bons esses tempos!
Vídeo: APEFE (Associação Pernambucana dos Ferroviários).
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Vinte anos sem Cazuza

Duas décadas já se passaram desde o falecimento do poeta, cantor e compositor Cazuza, que lutava há 5 anos contra a aids. Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza, nasceu, cresceu e viveu sua vida em Copacabana, Rio de Janeiro. Nos anos 80, formou um grupo e montou uma banda de rock´n´roll, intitulada "Barão Vermelho" que era um sucesso entre os jovens naquela época. Para quem gostava de suas composições e viveu esse tempo, fica a saudade.
Agenor era um garoto apaixonado pela música clássica popular brasileira. Ele mesmo criava suas músicas, pois adorava compor. No final dos anos 80, ele optou por fazer carreira solo e se separou da banda, e criou a música "Exagerado", que estourou nas rádios e foi o maior sucesso naquele ano. Cazuza já foi considerado um ícone da música brasileira. Ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado que era bissexual.
Veja, abaixo, um trecho do filme Cazuza - o tempo não pára, que mostra um pouco da trajetória do cantor.
Cazuza foi influenciado desde pequeno pelos grandes nomes da música brasileira e sempre teve contato com a música. Canções dramáticas e melancólicas eram a sua preferência. Nomes como Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira eram a sua inspiração que o ajudavam a compor suas canções. Artistas como o Cazuza fizeram história no repertório nacional de sucesso e talento. Sua criatividade sim, merecia aplausos dignos de um grande artista. Cazuza deixou saudades.
Agenor era um garoto apaixonado pela música clássica popular brasileira. Ele mesmo criava suas músicas, pois adorava compor. No final dos anos 80, ele optou por fazer carreira solo e se separou da banda, e criou a música "Exagerado", que estourou nas rádios e foi o maior sucesso naquele ano. Cazuza já foi considerado um ícone da música brasileira. Ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado que era bissexual.
Veja, abaixo, um trecho do filme Cazuza - o tempo não pára, que mostra um pouco da trajetória do cantor.
Cazuza foi influenciado desde pequeno pelos grandes nomes da música brasileira e sempre teve contato com a música. Canções dramáticas e melancólicas eram a sua preferência. Nomes como Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira eram a sua inspiração que o ajudavam a compor suas canções. Artistas como o Cazuza fizeram história no repertório nacional de sucesso e talento. Sua criatividade sim, merecia aplausos dignos de um grande artista. Cazuza deixou saudades.
Foto: ed8a.blogspot.com
Vídeo: Globo filmes/YouTube
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A arte da grafitagem

O grafite é considerado uma manifestação de arte no qual o grafiteiro, que é o artista, se expressa de maneira diferente do pixador, ao qual muitas vezes é visto como ato de marginalidade pela sociedade. No entanto, o grafite vem quebrando preconceitos e ganhando mais espaço nos últimos anos, pois já é realizado com respeito e organização no âmbito das artes visuais, em que, aproveitando os espaços públicos, o artista cria uma linguagem intencional para interferir na cidade.

Surgido na década de 1970 em Nova Iorque (EUA), alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade, que logo foram evoluindo com o tempo. Foi introduzido no Brasil na década de 1970, em São Paulo, e os brasileiros incrementaram um toque brasileiro, e o estilo é reconhecido como um dos melhores do mundo. Diante das polêmicas que giram em torno desse movimento artístico, de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo.
Pinturas e desenhos de características essencialmente urbanas constituem um jeito de fazer a arte de pintura em paredes e muros, traduzida pelos grafiteiros como uma forma de arte comtemporânea feitos das mais diversas formas nas vias públicas. Contudo, em alguns casos ainda são vistos de maneira preconceituosa. A manifestação de arte e cultura não deveria ser enxergada dessa forma, visto que, em muitos casos, o grafite devolve a vida a muros e prédios abandonados.
Com o passar do tempo, a arte do grafite foi ganhando pelo mundo diferentes contextos, tipos e estilos, além de ganhar espaço de discussão e debates em instituições públicas de ensino. Ficou mais conhecida por ser representada de forma organizada, influenciando na forma de criar essa arte. Os traços dos desenhos, além de devolvar a vida a locais abandonados, chamam a atenção das pessoas e transmitem mensagens poéticas escritas por seus autores. Essa arte se destaca pelas diferentes formas, cores, tons e estilos com que é realizada.
Fotos: www.blogsilence.com/brasilescola.com/acessa.com
domingo, 19 de dezembro de 2010
Para refletir: o sonho de João
João vivia trabalhando na roça ajudando seu pai, num pequeno povoado do interior de Sergipe. Com apenas doze anos, o garoto já fazia um pouco de tudo: punha o capim pros cavalos, tirava o leite da vaca, ia buscar água no poço, pegar a lenha na mata para alimentar o fogo, colher os frutos das árvores que servem de alimento...
Mas o que João gostava mesmo de fazer era de subir na mangueira e saborear seus frutos. Enquanto isso, o menino pensava no sonho de ser médico. Ao mesmo tempo, lhe vinha à cabeça as dificuldades que enfrentava diariamente para chegar à escola. Nada que o abalasse. O menino sonhava iludido. Queria ser igual àqueles médicos que vê na TV.
O garoto lamentava não ter melhores condições de vida. Para ele chegar a escola, era um verdadeiro martírio. No caminho, duas horas andando numa estrada de terra convertiam-se em realidade. Mas ele não media esforços na hora de sonhar alto. De cima da árvore, o menino comtemplava os prédios da cidade, vistos de longe, a quilômetros de sua casa.
Mas o que João gostava mesmo de fazer era de subir na mangueira e saborear seus frutos. Enquanto isso, o menino pensava no sonho de ser médico. Ao mesmo tempo, lhe vinha à cabeça as dificuldades que enfrentava diariamente para chegar à escola. Nada que o abalasse. O menino sonhava iludido. Queria ser igual àqueles médicos que vê na TV.
O garoto lamentava não ter melhores condições de vida. Para ele chegar a escola, era um verdadeiro martírio. No caminho, duas horas andando numa estrada de terra convertiam-se em realidade. Mas ele não media esforços na hora de sonhar alto. De cima da árvore, o menino comtemplava os prédios da cidade, vistos de longe, a quilômetros de sua casa.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Quando se trabalha gostando do que se faz
Quero compartilhar com vocês, internautas, um pequeno texto que escrevi para a tarefa de português da escola. Como eu conservo o hábito de ler jornais, além de ficar antenado em tudo o que acontece no mundo através dos meios de comunicação, resolvi dar algumas dicas e aconselhar de forma indireta como buscar sua verdadeira vocação profissional.
"Pesquisas mostram que o funcionário que trabalha feliz produz mais e consegue dar bons resultados à empresa. Na Europa, antes de se ocuparem no expediente, os trabalhadores são submetidos a sessões de risoterapia. E essa ideia tem dado certo.
Primeiro que tudo, para trabalhar bem, é necessário que o funcionário se adapte à empresa, o que dura cerca de 2-3 meses. Para produzir mais também é importante fazer o que se gosta e não levar problemas de casa para o trabalho.
Pessoas que trabalham apenas pensando nos ganhos têm poucas chances de serem efetivadas no emprego. O trabalho tem que ser feito com gosto, com prazer. Uma boa dica é buscar uma orientação com um especialista em Etiqueta Profissional ou escolher sua carreira em um guia de profissões."
"Pesquisas mostram que o funcionário que trabalha feliz produz mais e consegue dar bons resultados à empresa. Na Europa, antes de se ocuparem no expediente, os trabalhadores são submetidos a sessões de risoterapia. E essa ideia tem dado certo.
Primeiro que tudo, para trabalhar bem, é necessário que o funcionário se adapte à empresa, o que dura cerca de 2-3 meses. Para produzir mais também é importante fazer o que se gosta e não levar problemas de casa para o trabalho.
Pessoas que trabalham apenas pensando nos ganhos têm poucas chances de serem efetivadas no emprego. O trabalho tem que ser feito com gosto, com prazer. Uma boa dica é buscar uma orientação com um especialista em Etiqueta Profissional ou escolher sua carreira em um guia de profissões."
domingo, 5 de dezembro de 2010
Em mulher não se bate nem com uma flor!

Acompanhando os casos de violência contra a mulher pela mídia, venho chamar a atenção de muitos internautas a respeito da violência doméstica, cometida na grande maioria dos casos pelo próprio companheiro da vítima. As estatísticas mostram que a violência contra a mulher vem crescendo nos últimos anos e isso preocupa entidades de defesa dos direitos humanos. Basta ligar a TV ou ler jornais para comprovar a violência.
Para tentar diminuir os casos de violência doméstica, o governo brasileiro criou a lei Maria da Penha, onde a justiça pune o agressor com ordem judicial para deixar a casa ou até ser detido com prisão. No entanto, muitas mulheres ainda têm medo de denunciar seus companheiros.
Algumas mulheres se sentem submissas a seus maridos e se omitem, em alguns casos, de denunciar as agressões durante 10, 15 ou até 20 anos. Convivem diariamente com a lei onde impera o mais forte, e são obrigadas a aceitar a situação. Infelizmente ainda acompanhamos casos que acabam em tragédia.
Para tentar diminuir os casos de violência doméstica, o governo brasileiro criou a lei Maria da Penha, onde a justiça pune o agressor com ordem judicial para deixar a casa ou até ser detido com prisão. No entanto, muitas mulheres ainda têm medo de denunciar seus companheiros.
Algumas mulheres se sentem submissas a seus maridos e se omitem, em alguns casos, de denunciar as agressões durante 10, 15 ou até 20 anos. Convivem diariamente com a lei onde impera o mais forte, e são obrigadas a aceitar a situação. Infelizmente ainda acompanhamos casos que acabam em tragédia.
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